Por que o cristianismo? O que o torna diferente?
Talvez você esteja convencido de que Deus existe. Mas por que especificamente o Deus cristão? Todas as religiões não são basicamente iguais? Na verdade, não são, e o cristianismo faz afirmações que nenhuma outra religião ousa fazer. Afirmações que podem ser testadas.
Todas as religiões não são basicamente iguais?
Você ouve isso em todo lugar: “Todas as religiões são caminhos diferentes para o topo da mesma montanha.” “Todas ensinam a mesma coisa básica: seja uma boa pessoa.” “Não importa em que você acredita, desde que seja sincero.”
Parece bonito. Parece tolerante. Mas há um problema: não é verdade.
As grandes religiões do mundo não discordam só em pequenos detalhes. Elas discordam nas maiores perguntas que se pode imaginar, perguntas como: existe um Deus, muitos deuses ou nenhum deus? O universo foi criado ou é eterno? Você vive uma vez só ou reencarna para sempre? Existe céu? O que acontece quando você morre?
Não são diferenças pequenas. São respostas opostas às perguntas mais importantes da vida. Elas não podem estar todas certas ao mesmo tempo, pelo mesmo motivo que 2 + 2 não pode ser igual a 4 e a 7 ao mesmo tempo.
O que as grandes religiões realmente ensinam
Vamos comparar as maiores religiões do mundo naquilo que elas afirmam de mais central. Não é para desrespeitar ninguém. É para levar todas elas a sério o bastante para perceber que dizem coisas muito diferentes.
| Pergunta | Cristianismo | Judaísmo | Islã | Hinduísmo | Budismo |
|---|---|---|---|---|---|
| Quem é Deus? | Um único Deus pessoal em três pessoas | Um único Deus pessoal, o Deus de Abraão (mas Jesus não é reconhecido como o Filho de Deus) | Um único Deus (Alá), estritamente singular | Brahman, uma força impessoal presente em tudo; milhões de deuses | Nenhum Deus criador; a pergunta é deixada de lado como inútil |
| Quem é Jesus? | Deus em forma humana, o Filho de Deus | Não é o Messias; um falso mestre ou uma figura secundária | Um profeta; não é Deus e não foi crucificado | Um entre muitos mestres divinos | Não faz parte do ensino budista |
| Como alguém é salvo? | Pela graça, um presente gratuito de Deus recebido pela fé | Obediência à lei de Deus (Torá); arrependimento e boas obras | Submissão à vontade de Deus; as boas obras precisam pesar mais que as más | Ciclo de reencarnações até a alma se fundir com Brahman | Acabar com o sofrimento seguindo o Nobre Caminho Óctuplo até alcançar o Nirvana |
| O que acontece depois da morte? | Uma só vida, depois o juízo: a eternidade com Deus no Céu ou a separação eterna de Deus (Inferno), dependendo de a pessoa aceitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador | Uma só vida, depois o juízo; as visões sobre a vida após a morte variam | Uma só vida, depois o juízo: Paraíso ou Inferno | Reencarnação, possivelmente milhares de vidas | Renascimento até alcançar o Nirvana, o fim do eu |
| O Messias? | Jesus é o Messias prometido | Ainda espera a vinda do Messias | Jesus foi um profeta, não o Messias | Não há um conceito de um único Messias | Não há conceito de Messias; Buda é um mestre, não um salvador |
| A afirmação central pode ser testada historicamente? | Sim: a Ressurreição é um acontecimento público e histórico | Em parte: tem raízes em acontecimentos históricos (o Êxodo, o Templo), mas a afirmação sobre o Messias se refere ao futuro | Não: a revelação de Maomé foi um encontro privado | Não: baseia-se em ideias filosóficas, não em acontecimentos históricos | Não: baseia-se na iluminação pessoal, não num acontecimento histórico |
Perceba algo fundamental: essas religiões discordam sobre se Jesus é Deus, se ele foi crucificado, se existe um só Deus ou milhões, se o Messias já veio e como as pessoas são salvas. Esses não são “caminhos diferentes para o topo da mesma montanha”. São montanhas completamente diferentes.
Dizer que “todas as religiões são iguais” na verdade desrespeita todas elas, porque ignora o que cada uma realmente ensina. Um hindu, um muçulmano, um judeu e um cristão discordariam da ideia de que as suas crenças dizem a mesma coisa. Levar as religiões a sério significa reconhecer as diferenças reais entre elas.
Cristianismo e judaísmo: a comparação mais próxima, e a mais importante
De todas as religiões do mundo, o judaísmo é a que tem mais em comum com o cristianismo. Cristãos e judeus olham para o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e compartilham as mesmas Escrituras do Antigo Testamento. Concordam sobre a criação, a lei moral, a realidade do pecado e a expectativa de um Messias que viria. Mas o Novo Testamento ensina que Deus só é plenamente conhecido por meio do Seu Filho: “Todo o que nega o Filho também não tem o Pai” (1 João 2:23). Jesus fez ainda a afirmação de que Ele era Deus: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30), e respondeu: “Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” (João 8:58).
Então, qual é a discordância? Ela se resume a uma pergunta enorme: o Messias já veio?
Os judeus dizem que não: eles ainda estão esperando. Os cristãos dizem que sim: Jesus de Nazaré é o Messias que os profetas do Antigo Testamento descreveram. O cristianismo não rejeita o judaísmo; ele afirma ser o seu cumprimento. O próprio Jesus disse: “Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir” (Mateus 5:17).
Então a pergunta passa a ser: Jesus realmente corresponde ao que os profetas do Antigo Testamento previram sobre o Messias? É aqui que as evidências se tornam impressionantes.
Profecias do Antigo Testamento que Jesus cumpriu
O Antigo Testamento contém centenas de passagens que estudiosos judeus e cristãos identificaram como messiânicas, descrevendo o que o Messias faria, de onde ele viria e o que aconteceria com ele. Elas foram escritas séculos antes de Jesus nascer. Aqui estão só algumas:
- 1Nascido em Belém. O profeta Miqueias escreveu: “Mas tu, Belém… de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos” (Miqueias 5:2). Escrito por volta de 700 a.C. Jesus nasceu em Belém (Lucas 2:4–7).
- 2Traspassado e morto. O profeta Zacarias escreveu: “Olharão para mim, aquele a quem traspassaram” (Zacarias 12:10). Escrito por volta de 500 a.C., séculos antes de a crucificação sequer ter sido inventada como forma de execução. Jesus foi crucificado (João 19:34, 37).
- 3Traído por 30 moedas de prata. Zacarias também escreveu: “Então pesaram, como meu salário, trinta moedas de prata” (Zacarias 11:12). Judas traiu Jesus por exatamente 30 moedas de prata (Mateus 26:15).
- 4Sepultado com os ricos. Isaías escreveu: “Foi-lhe dado um túmulo com os ímpios, e com os ricos em sua morte” (Isaías 53:9). Escrito por volta de 700 a.C. Jesus foi sepultado no túmulo de um homem rico, José de Arimateia (Mateus 27:57–60).
- 5O servo sofredor. Isaías 53 descreve uma figura que seria “desprezada e rejeitada”, que levaria sobre si os pecados de outros e que seria “levada como um cordeiro para o matadouro”. Isso foi escrito 700 anos antes de Jesus, e tanto estudiosos judeus quanto cristãos reconheceram essa passagem como messiânica.
O matemático Peter Stoner calculou a probabilidade de uma única pessoa cumprir por acaso apenas 8 dessas profecias: 1 em 1017, ou seja, 1 em 100.000.000.000.000.000. Para visualizar: cubra todo o estado do Texas com uma camada de moedas de prata de dois pés de altura (uns 60 centímetros), marque uma delas e peça a uma pessoa de olhos vendados que a pegue na primeira tentativa. Jesus não cumpriu 8, mas dezenas de profecias messiânicas específicas.
O cristianismo faz uma afirmação que nenhuma outra religião ousa fazer
Eis o que torna o cristianismo realmente único entre as religiões do mundo: a sua afirmação central é um acontecimento público e histórico que pode ser investigado.
O coração do cristianismo não é uma filosofia, nem um sentimento, nem uma visão particular. É a afirmação de que um homem específico, Jesus de Nazaré, foi executado publicamente pelo governo romano, sepultado num túmulo conhecido e depois ressuscitou fisicamente dos mortos três dias mais tarde e, depois, apareceu vivo a centenas de testemunhas oculares (1 Coríntios 15:6).
O apóstolo Paulo disse isso diretamente: “E, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm” (1 Coríntios 15:14). Na prática, Paulo disse ao mundo: se você conseguir refutar a Ressurreição, o cristianismo acabou.
Nenhuma outra grande religião faz uma afirmação tão arriscada e testável:
- 1O fundamento do islã é uma revelação privada. Maomé relatou que o anjo Gabriel falou com ele numa caverna, sozinho. Ninguém mais estava presente. Não é possível verificar historicamente uma experiência privada.
- 2O fundamento do hinduísmo é filosófico, não histórico. Os Vedas e os Upanixades contêm ideias sobre a natureza da realidade, mas não afirmam que acontecimentos históricos específicos e verificáveis provem que essas ideias são verdadeiras.
- 3O fundamento do budismo é a iluminação pessoal. Buda ofereceu um caminho para acabar com o sofrimento, mas a sua autoridade se apoia numa experiência pessoal, e não num acontecimento histórico público que outras pessoas pudessem confirmar ou negar.
- 4O fundamento do cristianismo é um acontecimento público. A Ressurreição aconteceu num momento específico, num lugar específico, diante de testemunhas específicas, e pode ser examinada historicamente. É por isso que as lições anteriores deste currículo deram tanta atenção à história e às evidências.
O que Jesus afirmou sobre si mesmo
Muitas pessoas dizem: “Jesus foi um grande mestre moral, mas eu não acredito que ele fosse Deus.” Isso parece razoável. Mas aqui está o problema: Jesus não deixou essa opção em aberto.
Ao contrário de outros fundadores religiosos, Jesus não ensinou apenas coisas boas. Ele fez afirmações sobre si mesmo que obrigavam as pessoas a fazer uma escolha:
- 1Ele perdoava pecados, e não pecados cometidos contra ele, mas pecados cometidos contra outras pessoas. Só Deus tem essa autoridade. (Marcos 2:5–7)
- 2Ele disse “Eu e o Pai somos um”, e quem estava ouvindo entendeu exatamente o que ele quis dizer, porque pegou pedras para matá-lo por blasfêmia. (João 10:30–33)
- 3Ele disse “Antes de Abraão nascer, Eu Sou”, usando o próprio nome de Deus no Antigo Testamento (Êxodo 3:14). Os ouvintes entenderam isso como uma afirmação direta de que ele era Deus. (João 8:58)
- 4Ele aceitava adoração, algo que nenhum judeu fiel ou profeta jamais faria, porque a adoração pertence somente a Deus. (Mateus 14:33, João 20:28)
É isso que torna Jesus diferente de todos os outros fundadores religiosos. Maomé nunca afirmou ser Deus: ele afirmou ser o mensageiro de Deus. Buda nunca afirmou ser Deus: ele afirmou ter encontrado um caminho para a iluminação. Só Jesus afirmou ser o próprio Deus, andando entre nós.
Mentiroso, lunático ou Senhor?
C.S. Lewis, o famoso autor de As Crônicas de Nárnia e um dos maiores pensadores do século XX, percebeu algo importante. Ele argumentou que as afirmações de Jesus sobre si mesmo nos deixam com apenas três opções:
- 1Mentiroso. Jesus sabia que não era Deus, mas disse isso mesmo assim para ganhar seguidores. Só que mentirosos normalmente não produzem o ensino moral mais profundo da história, não inspiram bilhões de pessoas a viver uma vida de amor e sacrifício e não morrem pela própria mentira sem nunca voltar atrás.
- 2Lunático. Jesus acreditava sinceramente que era Deus, mas estava delirando, como alguém que pensa ser um ovo pochê, como disse Lewis. Só que lunáticos não produzem o Sermão do Monte, não deixam sem resposta os especialistas da lei mais espertos do país e não constroem um movimento que mudou todo o rumo da história humana.
- 3Senhor. Jesus estava dizendo a verdade. Ele realmente é quem afirmou ser: Deus em forma humana.
O argumento de Lewis era de uma simplicidade arrasadora: a única coisa que você não pode dizer é que Jesus foi “apenas um grande mestre moral”. Um grande mestre moral não afirma ser Deus, a menos que de fato seja. Um mestre meramente humano que afirma ser Deus ou está mentindo ou é louco, e nenhuma dessas coisas faz dele um “grande mestre moral”.
Lewis era um ex-ateu e professor em Oxford que examinou as evidências com cuidado antes de se tornar cristão. O seu argumento “mentiroso, lunático ou Senhor” vem sendo debatido por filósofos há décadas, e continua sendo um dos pontos de partida mais poderosos para pensar sobre quem Jesus realmente foi.
O argumento do “um deus a menos”, e por que ele falha
Talvez você já tenha ouvido ateus dizerem algo assim: “Os cristãos rejeitam milhares de deuses: Zeus, Thor, Vishnu, Rá. Os ateus só rejeitam um deus a mais do que os cristãos.”
É uma frase de efeito inteligente. Mas tem uma falha lógica. Veja por quê:
Os cristãos não rejeitam Zeus, Thor e Rá pelo mesmo motivo que os ateus rejeitam o Deus cristão. Os cristãos rejeitam esses deuses porque as evidências e os argumentos apontam para um tipo muito específico de Deus, um Criador pessoal, atemporal, imaterial e imensamente poderoso, e Zeus, Thor e Rá não se encaixam nessa descrição. Eles são personagens de histórias sobre seres poderosos que existem dentro do universo, e não o Criador do próprio universo.
Em outras palavras, os argumentos a favor da existência de Deus vistos nas lições anteriores (o argumento cosmológico, o argumento moral, o ajuste fino) apontam para um tipo específico de Criador. A questão é qual religião descreve esse Criador de uma forma que corresponde melhor às evidências. Essa é uma pergunta muito diferente de “você acredita em algum deus?”.
Palavras-chave para conhecer
Perguntas e objeções comuns
“É arrogância dizer que a sua religião é a única certa.”
Toda visão de mundo faz afirmações exclusivas sobre a verdade, inclusive o ateísmo (que afirma que Deus não existe) e o pluralismo (que afirma que nenhuma religião é exclusivamente verdadeira). A questão não é se afirmações exclusivas existem, e sim qual afirmação exclusiva se encaixa melhor nas evidências. Uma médica que diz “este remédio vai curar você e aquele não vai” não está sendo arrogante: ela está seguindo as evidências. O cristianismo convida as pessoas a examinar as evidências e decidir por si mesmas.
“E as pessoas que nunca ouvem falar de Jesus? Um Deus bom as mandaria para o inferno?”
Essa é uma pergunta sincera e importante, e os cristãos vêm lutando com ela honestamente há séculos. A Bíblia diz que Deus é perfeitamente justo: “Não agirá com justiça o Juiz de toda a terra?” (Gênesis 18:25). Ela também diz que Deus “deseja que todos os homens sejam salvos” (1 Timóteo 2:4), e que a criação mostra o suficiente dele para que os homens sejam “indesculpáveis” (Romanos 1:20). Mas a Bíblia é clara: ninguém é salvo por ser bom o bastante ou sincero o bastante. A salvação vem somente por meio de Jesus Cristo (João 14:6; Atos 4:12), e é por isso que os cristãos levam a mensagem dele a todas as nações (Mateus 28:19; Romanos 10:14). E quando alguém busca a Deus de verdade, a Bíblia mostra Deus levando as boas-novas até essa pessoa, como fez com Cornélio (Atos 10). O ponto principal para esta lição é: se você já ouviu as evidências, a questão não é se isso é justo com os outros, mas o que você vai fazer com o que viu.
“Talvez Jesus nunca tenha afirmado ser Deus. Talvez os seguidores dele tenham exagerado a história.”
Essa é a objeção da “lenda”, e vale a pena levá-la a sério. Mas pense nisto: os primeiros seguidores de Jesus eram judeus monoteístas, pessoas que acreditavam que adorar qualquer um além de Deus era o pior pecado possível. Esses homens não teriam inventado uma história dizendo que o seu rabino era Deus, a menos que algo extraordinário os tivesse convencido. Além disso, as primeiras cartas de Paulo (escritas de 20 a 25 anos depois de Jesus) já tratam Jesus como divino, cedo demais para que uma lenda se desenvolvesse. Vimos isso nas Lições 6 e 7, sobre as evidências dos manuscritos e da arqueologia.
“Os muçulmanos também acreditam em Jesus, só que o veem de outro jeito. Quem está certo?”
O islã ensina que Jesus foi um grande profeta, mas que não era Deus e não foi crucificado. O cristianismo ensina que Jesus é Deus e que a sua crucificação e ressurreição são o centro da fé. Essas afirmações se contradizem diretamente: as duas não podem ser verdadeiras. A pergunta é: qual afirmação tem melhores evidências históricas? A crucificação é confirmada por historiadores romanos (Tácito), por historiadores judeus (Josefo) e por várias fontes cristãs antigas e independentes. A afirmação de que Jesus não foi crucificado vem do Alcorão, escrito mais de 600 anos depois. Os historiadores preferem, de forma esmagadora, as fontes mais antigas e atestadas por vários testemunhos.
- Se alguém diz que “todas as religiões ensinam a mesma coisa”, como você poderia mostrar com respeito que isso não é verdade?
- Por que é importante que a afirmação central do cristianismo (a Ressurreição) seja um acontecimento público e histórico, e não uma experiência privada?
- C.S. Lewis disse que não dá para chamar Jesus de “apenas um grande mestre”. Você acha convincente o argumento mentiroso/lunático/Senhor? Por quê?
- Como você responderia a um amigo que diz: “Eu acredito em Deus, mas não em nenhuma religião específica”?
O que torna a afirmação central do cristianismo única em comparação com outras grandes religiões?
Segundo o trilema de C.S. Lewis, por que não podemos chamar Jesus de “apenas um grande mestre moral”?
As grandes religiões do mundo não são caminhos diferentes para o topo da mesma montanha: elas fazem afirmações diretamente contraditórias sobre Deus, sobre Jesus, sobre a salvação e sobre a vida após a morte. O cristianismo se destaca porque a sua afirmação central, a Ressurreição de Jesus, é um acontecimento público e histórico que pode ser investigado. E o próprio Jesus não nos deixou a opção de chamá-lo de “apenas um bom mestre”. As afirmações dele exigem uma decisão: mentiroso, lunático ou Senhor.